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Quarterly Continuous PNAD: unemployment increases in 15 of the 27 areas surveyed in Q1 2026

Section: Social Statistics

May 14, 2026 09h00 AM | Last Updated: May 15, 2026 09h10 AM

The unemployment rate in Brazil in Q1 2026 was 6.1%, an increase of 1.0 pecentage points (p.p.) from Q4 2025 (5.1%) and a drop of 0.9 p.p. against Q1 2025 (7.0%).

Against the previous quarter, the unemployment rate increased in 15 Federation Units: Ceará (2.3 p.p.), Acre (1.8 p.p.), Tocantins (1.6 p.p.), Mato Grosso do Sul (1.4 p.p.), Paraíba (1.3 p.p.), Maranhão (1.3 p.p.) São Paulo (1.3 p.p.) Alagoas (1.2 p.p.), Bahia (1.2 p.p.), Pará (1.2 p.p.), Goiás (1.2 p.p.), Minas Gerais (1.2 p.p.), Rondônia (1.1 p.p.), Espírito Santo (0.8 p.p.) and Santa Catarina (0.5 p.p.). the other ones remained stable. the highest unemployment rates were found in  Amapá (10.0%), Alagoas (9.2%), Bahia (9.2%), Pernambuco (9.2%) and Piauí (8.9%); the lowest, in Santa Catarina (2.7%), Mato Grosso (3.1%), Espírito Santo (3.2%), Paraná (3.5%) and Rondônia (3.7%).

The unemployment by sex went from 5.1% for men and 7.3% for women in Q1 2026. The unemployment rate by color or race was below the national average (6.1%) for white persons (4.9%) and above for black (7.6%) and brown (6.8%) persons.

The unemployment rate for persons with incomplete high school education (10.8%) surpassed rates for all the other levels of schooling. For persons with incomplete high school education, the rate was 7.0%, almost twice as that observed for persons with a higher education degree (3.7%).

In Q12026, the compound underutilization rate (percentage of unemployed persons, time related underemployed persons and persons in the potential workforce in relation to the potential workforce) hit 14.3%. Piauí (30.4%) recorded the highest rate, followed by Bahia (26.3%) and Alagoas (26.1%). The lowest rates were those of Santa Catarina (4.7%), Mato Grosso (6.7%) and Espírito Santo (7.0%).

The percentage of discouraged persons (against the population in the workforce of discouraged) in Q1 2026 was 2.4%. Maranhão (10.3%), Alagoas (9.2%) and Piauí (7.6%) had the highest percentages, whereas the lowest ones were found in Santa Catarina (0.3%), Rio Grande do Sul (0.7%) and Goiás (0.7%).

In Q1 2026, the percentage of persons with a formal employment contract was 74.7% of the total persons employed in the private sector in Brazil. The highest percentages were those of Santa Catarina (86.7%), São Paulo (82.1%) and Rio Grande do Sul (80.5%), whereas the lowest ones came from Maranhão (53.4%), Piauí (53.7%) and Pará (55.9%).

The percentage of the self-employed  population in Brazil in Q1 2026 was 25.5%. Maranhão (34.1%), Pará (29.9%) and Amazonas (29.9%) accounted for the highest percentages and the Federal District (16.7%), Acre (18.9%) and Tocantins (19.7%), for the lowest.

The informality rate in the country was 37.3% of the employed population. The highest rates were those of Maranhão (57.6%), Pará (56.5%) and Amazonas (53.2%) and the lowest, of Santa Catarina (25.4%), Federal District (28.1%) and Mato Grosso do Sul (29.8%).

In Q1 2026, Brazil had 1.1 million persons searching for work for two years and over. This total fell by 21.7% from Q1 2025, when 1.4 million persons were in this condition.

Another 1.4 million persons had been searching for work for less than one month. This figure dropped 14.7% against the same quarter in 2025, when 1.6 million persons had been searching for work for less than one month.

Unemployment rate increases in 15 Federation Units from preceding quarter

The month-ono+-month comparison shows the unemployment rate increased in 15 Federation Units: Ceará (2.3 p.p.), Acre (1.8 p.p.), Tocantins (1.6 p.p.), Mato Grosso do Sul (1.4 p.p.), Paraíba (1.3 p.p.), Maranhão (1.3 p.p.) São Paulo (1.3 p.p.) Alagoas (1.2 p.p.), Bahia (1.2 p.p.), Pará (1.2 p.p.), Goiás (1.2 p.p.), Minas Gerais (1.2 p.p.), Rondônia (1.1 p.p.), Espírito Santo (0.8 p.p.) and Santa Catarina (0.5 p.p.), with stability in the other ones. The highest unemployment rates were those of Amapá (10.0%), Alagoas (9.2%), Bahia (9.2%), Pernambuco (9.2%) and Piauí (8.9%); the lowest were those of Santa Catarina (2.7%), Mato Grosso (3.1%), Espírito Santo (3.2%), Paraná (3.5%) and Rondônia (3.7%).

Unemployment rate of persons aged 14 and over, by Federation Units, against the preceding moving quarter (%) - Q1 2026

 

The remainder is temporarily in Portuguese. 

Piauí tem a maior taxa de subutilização (30,4%) e Santa Catarina, a menor (4,7%)

No primeiro trimestre de 2026, a taxa composta de subutilização (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 14,3%. Piauí (30,4%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (26,3%) e Alagoas (26,1%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,7%), Mato Grosso (6,7%) e Espírito Santo (7,0%).

Taxa composta de subutilização da força de trabalho por UF (%) – 1° trimestre de 2026

Menor percentual de trabalhadores com carteira é no Maranhão (53,4%) e o maior, em Santa Catarina (86,7%)

No primeiro trimestre de 2026, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,7% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,1%) e Rio Grande do Sul (80,5%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,4%), Piauí (53,7%) e Pará (55,9%).

Percentual de empregados COM carteira entre os empregados do setor privado, por UFs (%) - 1º trimestre 2026 

Maranhão tem a maior proporção de conta própria (34,1%) e Distrito Federal, a menor (16,7%)

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria no primeiro trimestre de 2026 foi de 25,5%. Os maiores percentuais foram no Maranhão (34,1%), Pará (29,9%) e Amazonas (29,9%) e os menores, no Distrito Federal (16,7%), Acre (18,9%) e Tocantins (19,7%).

Percentual de pessoas ocupadas como conta própria, por UF (%) - 1° trimestre 2026

Maranhão tem a maior taxa de informalidade (57,6%) e Santa Catarina, a menor (25,4%)

A taxa de informalidade para o Brasil foi de 37,3% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (57,6%), Pará (56,5%) e Amazonas (53,2%) e as menores, com Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,1%) e Mato Grosso do Sul (29,8%).

Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem registro no CNPJ; trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; trabalhador familiar auxiliar.

Taxa de informalidade da população ocupada, por UFs (%) - 1º trimestre 2026

Número de pessoas buscando trabalho há dois anos ou mais caiu 21,7% ante 2025

No primeiro trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 21,7% em relação ao primeiro trimestre de 2025, quando 1,4 milhão de pessoas estavam nessa condição.

Já 1,4 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 14,7% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,6 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

Frente ao trimestre anterior, rendimento médio fica estável em três regiões

No primeiro trimestre de 2026, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 3.722. Este resultado apresentou elevação tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.662) quanto na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (R$ 3.527).

Na comparação entre o primeiro trimestre de 2026 e o quarto trimestre de 2025, as regiões Nordeste (R$ 2.616) e Centro-Oeste (R$ 4.379) foram as únicas com expansão do rendimento, enquanto as demais permaneceram estáveis. Em relação ao primeiro trimestre de 2025, houve estabilidade do rendimento médio no Norte e elevação nas demais regiões.

A massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 374,8 bilhões, registrando estabilidade em relação ao trimestre anterior (R$ 372,5 bilhões) e aumento frente ao primeiro trimestre de 2025 (R$ 350,0 bilhões).