IPCA of June is 0.16%
July 10, 2026 09h00 AM | Last Updated: July 10, 2026 04h08 PM
The Extended National Consumer Price Index Índice (IPCA) of June is 0.16%. The index stood 0.42 percentage points (p.p.) below the rate of May (0.58%).
The cumulative index in the year is 3.36% and, in the last 12 months, the index stood at 4.64%, below the 4.72% of the immediately previous 12 months. In June 2025, the change hit 0.24%.
IPCA Summary Chart
| Period | Rate |
|---|---|
| June 2026 | 0.16% |
| May 2026 | 0.58% |
| Cumulative in the year | 3.36% |
| Cumulative in 12 months | 4.64% |
| June 2025 | 0.24% |
In June, the biggest change (0.63%) and the main impact (0.10 p.p.) came from Housing. Conversely, Food and beverages, with a drop of 0.24%, recorded the main negatve change and the main negative impact (-0.05 p.p.). the pther groups recorded changes between -0.02% in Education and 0.25% in Total exppnses.
IPCA - Change and Impact by groups - monthly
| Group | Change (%) | Impact (p.p.) | ||
|---|---|---|---|---|
| May | June | May | June | |
| General index | 0,58 | 0,16 | 0,58 | 0,16 |
| Food and beverages | 1,33 | -0,24 | 0,29 | -0,05 |
| Housing | 1,22 | 0,63 | 0,18 | 0,10 |
| Household appliances | 0,08 | 0,23 | 0,00 | 0,01 |
| Wearing apparel | 0,62 | 0,17 | 0,03 | 0,01 |
| Transportation | -0,46 | 0,17 | -0,09 | 0,03 |
| Health and personal care | 0,90 | 0,23 | 0,12 | 0,03 |
| Personal expenses | 0,41 | 0,25 | 0,04 | 0,02 |
| Education | 0,00 | -0,02 | 0,00 | 0,00 |
| Communication | 0,23 | 0,19 | 0,01 | 0,01 |
| Source: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços | ||||
The remainder is temporarily in Portuguese.
O grupo Habitação desacelerou de maio (1,22%) para junho (0,63%) com o recuo no subitem energia elétrica residencial que saiu de 3,67% para 1,53%, ainda figurando como o principal impacto individual no resultado do mês (0,06 p.p.). Além da permanência da vigência da bandeira tarifária amarela, com acréscimo na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, em junho, foram incorporados os seguintes reajustes: 14,89% em uma das concessionárias em Porto Alegre (4,67%), a partir de 19 de junho; 19,55% em Curitiba (4,02%), vigente desde 24 de junho e 5,21% em Belo Horizonte (3,65%), desde 28 de maio.
Ainda sobre a energia elétrica residencial ressalta-se que a variação de 5,61% no Rio de Janeiro reflete o retorno da vigência do reajuste de 15,10% sobre as tarifas de março de 2026 em uma das concessionárias, conforme o despacho 2.129 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 11 de junho de 2026.
No grupo Habitação destacam-se, também, as variações da taxa de água e esgoto (0,30%) refletindo os reajustes, vigentes desde 1º de junho, de 3,97% em Brasília (3,72%) e 6,00% em Rio Branco (5,91%), e o reajuste de 2,52% em Curitiba (1,37%), vigente desde 17 de maio. A redução de 0,57% no gás encanado se deu devido à redução média de 2,00% nas tarifas no Rio de Janeiro (-1,84%), vigente desde 1º de junho.
Com variação de 0,25% Despesas pessoais aparece com a segunda maior variação entre os grupos pesquisados, com destaque para os subitens empregado doméstico (0,53%) e cabeleireiro e barbeiro (0,65%).
Em Saúde e cuidados pessoais (0,23%), sobressaem os artigos de higiene pessoal (0,34%), com destaque para o subitem perfume (1,12%), e o plano de saúde, cuja variação de 0,34% reflete a incorporação do reajuste autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos contratados após a Lei nº 9.656/98, com percentual de 5,11%, vigente desde maio de 2026.
A variação do grupo Transportes (0,17%) reflete, além da alta de 7,12% das passagens aéreas, o recuo de 0,48% nos combustíveis, todos em queda: etanol (-3,09%), óleo diesel (-1,19%), gás veicular (-0,19%) e gasolina (-0,12%). No subitem ônibus urbano (0,72%), ocorreram variações em razão de gratuidade ou redução tarifária aos domingos e feriados em Belo Horizonte (3,67%), Brasília (3,52%), Belém (3,41%) e Curitiba (1,64%).
A variação de 0,20% no metrô foi devido a incorporação das gratuidades nas tarifas aos domingos e feriados em Brasília (3,52%). O ônibus intermunicipal (0,38%) contempla recomposição tarifária extraordinária e temporária de 15,00% em Rio Branco (7,68%), vigente desde 8 de maio, e o reajuste de 7,32% nas tarifas em Porto Alegre (3,45%), a partir de 02 de junho.
Em junho, o grupo Alimentação e bebidas apresentou variação de -0,24%, após a alta de 1,33% em maio. A alimentação no domicílio variou -0,39%, ante a alta de 1,65% de maio, com influência das quedas do café moído (-3,72%), das frutas (-1,58%) e das carnes (-0,64%). No lado das altas destacam-se o feijão-carioca (8,31%) e a batata-inglesa (3,57%).
A alimentação fora do domicílio desacelerou de 0,49% em maio para 0,15% em junho com o lanche saindo de 0,49% para 0,13% e a refeição de 0,51% para 0,15% no mesmo período.
No que concerne aos índices regionais, a maior variação (0,52%) foi registrada em Brasília, por influência das altas da passagem aérea (11,05%) e da gasolina (1,74%). A menor variação ocorreu em Recife (-0,04%), por conta do recuo do tomate (-22,56%) e da gasolina (-1,99%).
IPCA - Variação por regiões - mensal e acumulada no ano
| Região | Peso Regional (%) | Variação (%) | Variação Acumulada (%) |
||
|---|---|---|---|---|---|
| Maio | Junho | Ano | 12 meses | ||
| Brasília | 4,06 | 0,63 | 0,52 | 3,05 | 4,52 |
| São Luís | 1,62 | 0,87 | 0,43 | 4,37 | 4,72 |
| Curitiba | 8,09 | 0,29 | 0,42 | 2,83 | 3,61 |
| Vitória | 1,86 | 0,32 | 0,38 | 3,19 | 4,97 |
| Porto Alegre | 8,61 | 0,57 | 0,36 | 3,18 | 4,80 |
| Rio de Janeiro | 9,43 | 0,53 | 0,32 | 3,44 | 4,44 |
| Rio Branco | 0,51 | 0,52 | 0,29 | 2,65 | 3,74 |
| Goiânia | 4,17 | 0,77 | 0,26 | 3,51 | 5,41 |
| Salvador | 5,99 | 0,51 | 0,15 | 3,73 | 4,53 |
| Fortaleza | 3,23 | 0,72 | 0,12 | 3,97 | 5,00 |
| Belo Horizonte | 9,69 | 0,34 | 0,12 | 3,24 | 3,84 |
| Belém | 3,94 | 0,63 | 0,07 | 3,93 | 4,29 |
| Campo Grande | 1,57 | 1,31 | 0,02 | 4,00 | 4,39 |
| Aracaju | 1,03 | 1,31 | -0,02 | 4,20 | 5,25 |
| São Paulo | 32,28 | 0,61 | -0,03 | 3,21 | 4,98 |
| Recife | 3,92 | 0,95 | -0,04 | 3,91 | 5,24 |
| Brasil | 100,00 | 0,58 | 0,16 | 3,36 | 4,64 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços | |||||
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.
INPC fica em 0,14% em junho
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC teve alta de 0,14% em junho, 0,51 p.p. abaixo do resultado observado em maio (0,65%). No ano, o INPC acumula alta de 3,51% e, na ótica dos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,33%, abaixo dos 4,42% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2025, a taxa havia sido de 0,23%.
Os produtos alimentícios saíram de 1,33% em maio para -0,29% em junho. A variação dos não alimentícios passou de 0,43% em maio para 0,28% em junho.
Quanto aos índices regionais, a maior variação ocorreu em Brasília (0,48%), influenciada pelas altas da gasolina (1,74%) e da taxa de água e esgoto (3,71%). A maior queda ocorreu em São Paulo (-0,07%), por conta do recuo da energia elétrica residencial (-1,67%) e do etanol (-3,61%).
INPC - Variação por regiões - mensal e acumulada no ano
| Região | Peso Regional (%) | Variação (%) | Variação Acumulada (%) |
||
|---|---|---|---|---|---|
| Maio | Junho | Ano | 12 meses | ||
| Brasília | 1,97 | 0,79 | 0,48 | 2,92 | 3,92 |
| Curitiba | 7,37 | 0,35 | 0,40 | 2,67 | 2,90 |
| São Luís | 3,47 | 0,92 | 0,39 | 4,36 | 4,59 |
| Porto Alegre | 7,15 | 0,55 | 0,39 | 3,31 | 4,64 |
| Rio de Janeiro | 9,38 | 0,60 | 0,36 | 3,66 | 4,14 |
| Rio Branco | 0,72 | 0,63 | 0,33 | 2,87 | 3,62 |
| Vitória | 1,91 | 0,34 | 0,32 | 3,22 | 4,80 |
| Goiânia | 4,43 | 0,70 | 0,27 | 3,48 | 5,25 |
| Fortaleza | 5,16 | 0,66 | 0,15 | 4,08 | 4,98 |
| Belo Horizonte | 10,35 | 0,52 | 0,11 | 3,58 | 3,61 |
| Campo Grande | 1,73 | 1,49 | 0,07 | 4,30 | 4,42 |
| Belém | 6,95 | 0,58 | 0,05 | 3,71 | 3,91 |
| Salvador | 7,92 | 0,65 | 0,05 | 3,92 | 4,37 |
| Aracaju | 1,29 | 1,38 | -0,02 | 4,09 | 5,00 |
| Recife | 5,60 | 1,10 | -0,06 | 4,03 | 5,11 |
| São Paulo | 24,60 | 0,62 | -0,07 | 3,19 | 4,57 |
| Brasil | 100,00 | 0,65 | 0,14 | 3,51 | 4,33 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços | |||||
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.
Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 30 de maio de 2026 a 30 de junho de 2026 (referência) com os preços vigentes no período de 01 de maio de 2026 a 29 de maio de 2026 (base).
Saiba mais sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA:
O que é o IPCA?
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