In May, IPCA stands at 0.58%
June 12, 2026 09h00 AM | Last Updated: June 12, 2026 11h33 AM
Brazil's Extended National Consumer Price Index (IPCA) for May was 0.58%, 0.09 percentage points (pp) below the 0.67% rate recorded in April.
Year-to-date, the IPCA has accumulated an increase of 3.20%, and over the last twelve months, the index stood at 4.72%, above the 4.39% of the preceding 12 months. In May 2025, the variation was 0.26%.
| Period | Rate |
|---|---|
| May 2026 | 0.58% |
| April 2026 | 0.67% |
| Cumultive in the year | 3.20% |
| Cumultive in the last 12 months | 4.72% |
| May 2025 | 0.26% |
The remainder is temporarily in Portuguese.
Em maio, a maior variação (1,33%) e o maior impacto (0,29 p.p.) vieram do grupo Alimentação e bebidas, seguido de Habitaçãocom 1,22% de variação e 0,18 p.p. de impacto e de Saúde e cuidados pessoais (0,90% e 0,12 p.p.). Os demais grupos apresentaram variações entre o -0,46% observado em Transportes, único grupo com variação negativa, e o 0,62% de Vestuário.
Variação do IPCA por grupo de produtos e serviços
| Grupo | Variação (%) | Impacto (p.p.) | ||
|---|---|---|---|---|
| Abril | Maio | Abril | Maio | |
| Índice Geral | 0,67 | 0,58 | 0,67 | 0,58 |
| Alimentação e bebidas | 1,34 | 1,33 | 0,29 | 0,29 |
| Habitação | 0,63 | 1,22 | 0,10 | 0,18 |
| Artigos de residência | 0,65 | 0,08 | 0,02 | 0,00 |
| Vestuário | 0,52 | 0,62 | 0,02 | 0,03 |
| Transportes | 0,06 | -0,46 | 0,01 | -0,09 |
| Saúde e cuidados pessoais | 1,16 | 0,90 | 0,16 | 0,12 |
| Despesas pessoais | 0,35 | 0,41 | 0,04 | 0,04 |
| Educação | 0,06 | 0,00 | 0,00 | 0,00 |
| Comunicação | 0,57 | 0,23 | 0,03 | 0,01 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços | ||||
Com variação de 1,33% e 0,29 p.p. de impacto, o grupo Alimentação e bebidas respondeu por metade do índice de maio (0,58%). A alimentação no domicílio registrou variação de 1,65%, com influência das altas da batata-inglesa (44,69%), do tomate (20,62%), da cebola (16,80%), e das carnes (1,39%). No lado das quedas destacam-se o café moído (-2,38%) e as frutas (-0,70%). A alimentação fora do domicílio registrou alta de 0,49% com o lanche saindo de 0,71% em abril para 0,49% em maio e a refeição de 0,54% para 0,51% no mesmo período.
No grupo Habitação, a variação de 1,22% teve influência da energia elétrica residencial que subiu 3,67% e foi o principal impacto individual no resultado do mês (0,15 p.p.), incorporando os seguintes reajustes: 5,91% em Aracaju (7,37%), 5,59% em Fortaleza (6,94%) e 4,78% em Salvador (6,73%), os três com vigência desde 22 de abril; 12,36% em Campo Grande (13,56%) a partir de 24 de abril; 3,86% em Recife (8,84%) vigente desde 29 de abril e 5,21% em Belo Horizonte (2,27%), a partir de 28 de maio.
Combinado aos reajustes, no mês de maio, estava vigente a bandeira tarifária amarela, com acréscimo na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kwh consumidos.
Em Saúde e cuidados pessoais (0,90%) sobressaem as altas dos artigos de higiene pessoal (1,95%), com destaque para o perfume (4,42%), e do plano de saúde, com variação de 0,50%.
O grupo dos Transportes desacelerou, registrando -0,46%, em razão, da queda nos combustíveis (-1,95%), com o etanol saindo de 0,62% em abril para -6,20% em maio, o óleo diesel de 4,46% para -2,34% e a gasolina, subitem com o maior impacto negativo no resultado do mês (-0,08 p.p.), de 1,86% para -1,46%. Já o gás veicular fez o movimento inverso, com alta de 5,81% em maio após o recuo de 1,24% em abril.
Ainda em Transportes, o subitem passagem aérea variou 3,20%, ante a queda de 14,45% registrada em abril e o ônibus urbano variou 0,43% dada a apropriação de gratuidades ou reduções de tarifa aos domingos em São Paulo (-1,09%) e Salvador (-0,54%) e, também nos feriados, em Belém (3,53%), Brasília (3,41%), Belo Horizonte (3,40%), Curitiba (1,48%), Vitória (0,60%) e Fortaleza (0,57%).
A variação de 0,19% no metrô foi devido a incorporação das gratuidades nas tarifas aos domingos e feriados em Brasília (3,41%). O ônibus intermunicipal (0,16%) contempla recomposição tarifária extraordinária e temporária de 15,00% em Rio Branco (6,15%), vigente desde 8 de maio, e o reajuste médio de 15,34% nas tarifas em Campo Grande (3,58%), a partir de 18 de abril.
No que concerne aos índices regionais, as maiores variações (1,31%) foram registradas em Aracaju e Campo Grande, por influência das altas da energia elétrica residencial (7,37% e 13,56%) e do tomate (32,75% e 22,61%), respectivamente. A menor variação ocorreu em Curitiba (0,29%), por conta do recuo do emplacamento e licença (-4,83%) e da gasolina (-2,49%).
Variação do IPCA por região
| Região | Peso Regional (%) | Variação (%) | Variação Acumulada (%) |
||
|---|---|---|---|---|---|
| Abril | Maio | Ano | 12 meses | ||
| Aracaju | 1,03 | 0,84 | 1,31 | 4,22 | 5,42 |
| Campo Grande | 1,57 | 1,02 | 1,31 | 3,98 | 4,30 |
| Recife | 3,92 | 0,82 | 0,95 | 3,95 | 5,62 |
| São Luís | 1,62 | 1,09 | 0,87 | 3,93 | 4,49 |
| Goiânia | 4,17 | 1,12 | 0,77 | 3,24 | 5,30 |
| Fortaleza | 3,23 | 0,81 | 0,72 | 3,85 | 5,26 |
| Belém | 3,94 | 1,08 | 0,63 | 3,86 | 4,38 |
| Brasília | 4,06 | 0,16 | 0,63 | 2,52 | 4,11 |
| São Paulo | 32,28 | 0,55 | 0,61 | 3,23 | 5,31 |
| Porto Alegre | 8,61 | 0,67 | 0,57 | 2,80 | 4,47 |
| Rio de Janeiro | 9,43 | 0,73 | 0,53 | 3,11 | 4,19 |
| Rio Branco | 0,51 | 0,56 | 0,52 | 2,35 | 4,10 |
| Salvador | 5,99 | 0,64 | 0,51 | 3,57 | 4,67 |
| Belo Horizonte | 9,69 | 0,61 | 0,34 | 3,12 | 4,26 |
| Vitória | 1,86 | 0,56 | 0,32 | 2,80 | 4,83 |
| Curitiba | 8,09 | 0,66 | 0,29 | 2,41 | 3,33 |
| Brasil | 100,00 | 0,67 | 0,58 | 3,20 | 4,72 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços | |||||
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.
INPC fica em 0,65% em maio
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC teve alta de 0,65% em maio, 0,16 p.p. abaixo do resultado observado em abril (0,81%). No ano, o INPC acumula alta de 3,36% e, na ótica dos últimos 12 meses, o índice ficou em 4,42%, acima dos 4,11% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2025, a taxa foi de 0,35%.
Os produtos alimentícios saíram de 1,37% em abril para 1,33% em maio. A variação dos não alimentícios passou de 0,63% em abril para 0,43% em maio.
Quanto aos índices regionais, a maior variação ocorreu em Campo Grande (1,49%), influenciada pela alta da energia elétrica residencial (13,30%) e das carnes (2,61%). A menor variação ocorreu em Vitória (0,34%), por conta do recuo da camisa/camiseta masculina (-3,28%) e do automóvel usado (-2,04%).
Variação do INPC por região
| Região | Peso Regional (%) | Variação (%) | Variação Acumulada (%) |
||
|---|---|---|---|---|---|
| Abril | Maio | Ano | 12 meses | ||
| Campo Grande | 1,73 | 1,15 | 1,49 | 4,23 | 4,26 |
| Aracaju | 1,29 | 1,01 | 1,38 | 4,12 | 5,14 |
| Recife | 5,60 | 0,97 | 1,10 | 4,09 | 5,42 |
| São Luís | 3,47 | 1,16 | 0,92 | 3,96 | 4,38 |
| Brasília | 1,97 | 0,09 | 0,79 | 2,43 | 3,58 |
| Goiânia | 4,43 | 1,14 | 0,70 | 3,21 | 5,14 |
| Fortaleza | 5,16 | 0,80 | 0,66 | 3,92 | 5,18 |
| Salvador | 7,92 | 0,77 | 0,65 | 3,86 | 4,50 |
| Rio Branco | 0,72 | 0,71 | 0,63 | 2,53 | 3,79 |
| São Paulo | 24,60 | 0,69 | 0,62 | 3,26 | 5,01 |
| Rio de Janeiro | 9,38 | 0,92 | 0,60 | 3,30 | 3,80 |
| Belém | 6,95 | 1,06 | 0,58 | 3,66 | 4,11 |
| Porto Alegre | 7,15 | 0,77 | 0,55 | 2,90 | 4,13 |
| Belo Horizonte | 10,35 | 0,76 | 0,52 | 3,47 | 4,07 |
| Curitiba | 7,37 | 0,66 | 0,35 | 2,27 | 2,63 |
| Vitória | 1,91 | 0,74 | 0,34 | 2,89 | 4,68 |
| Brasil | 100,00 | 0,81 | 0,65 | 3,36 | 4,42 |
| Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços | |||||
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília. Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 01 de maio de 2026 a 29 de maio de 2026 (referência) com os preços vigentes no período de 01 de abril de 2026 a 30 de abril de 2026 (base).
