Em março, desocupação foi de 5,0%

A taxa de desocupação, em março de 2014, foi estimada em 5,0% para o conjunto das seis regiões...

17/04/2014 06h00 | Atualizado em 17/04/2014 06h00

Indicador / período Março de 2014 Fevereiro de 2014 Março de 2013
Taxa de desocupação
5,0%
5.1%
5,7%
Rendimento real habitual
R$ 2.026,60
R$ 2.033,26
R$ 1.967,54
Valor do rendimento em relação a
-0,3%%
3,0%

A taxa de desocupação, em março de 2014, foi estimada em 5,0% para o conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas. Frente a fevereiro (5,1%), a taxa não apresentou variação significativa, mas em relação a março de 2013 (5,7%), ela recuou 0,7 ponto percentual. O contingente de desocupados (1,2 milhão de pessoas) ficou estável frente a fevereiro e recuou 11,6% em relação a março de 2013. O número de pessoas ocupadas (22,9 milhões) nas seis localidades investigadas manteve-se estável em ambas as comparações. O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11,7 milhões) não variou em relação a fevereiro e cresceu 2,0% comparado a março de 2013. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 2.026,60) não variou significativamente em relação a fevereiro e subiu 3,0% em relação a março de 2013 (R$ 1.967,54).

A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em 47,2 bilhões em março de 2014. Houve um recuo de -0,7% em relação a fevereiro e uma alta de 4,0% em relação a março do ano passado. A massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados foi estimada em 47,6 bilhões em fevereiro de 2014, recuando -0,9% em relação a janeiro e subindo 5,4% em relação a fevereiro de 2013.


Taxa de desocupação (%)

Regionalmente, a análise mensal mostrou que a taxa de desocupação ficou estável em todas as regiões pesquisadas. Em relação a março de 2013, a taxa aumentou 2,3 pontos percentuais em Salvador. Apresentou retração em Recife (1,3 p.p.); Rio de Janeiro (1,2 p.p.); Belo Horizonte (1,0 p.p.) e Porto Alegre (0,8 p.p.). Em São Paulo o quadro foi de estabilidade. Já o contingente de desocupados, em comparação com fevereiro último, manteve-se estável em todas as regiões. No confronto com março de 2013, subiu 37,6% na Região Metropolitana de Salvador e registrou declínio no Rio de Janeiro (28,2%); Belo Horizonte (23,6%); Porto Alegre (22,8%) e em Recife (22,4%).


Taxa de desocupação (%)

Mês/ano Total Rec Sal BH RJ SP PoA
mar/03
12,1
12,7
16,2
10,3
9,1
13,9
10,0
mar/04
12,8
12,6
17,1
12,1
9,8
14,6
9,6
mar/05
10,9
14,1
15,7
10,7
8,4
11,5
7,9
mar/06
10,4
16,5
13,7
9,3
8,5
10,6
8,3
mar/07
10,2
12,0
14,1
8,6
7,4
11,5
8,2
mar/08
8,6
9,7
12,8
7,2
6,7
9,4
6,9
mar/09
9,0
10,4
11,9
6,6
6,9
10,5
6,4
mar/10
7,6
8,1
11,3
6,3
6,4
8,2
5,9
mar/11
6,5
7,6
10,5
5,3
4,9
6,9
5,0
mar/12
6,2
6,2
8,1
5,1
5,9
6,5
5,2
mar/13
5,7
6,8
6,9
4,6
4,7
6,3
4,0
fev/14
5,1
6,4
9,0
3,9
3,9
5,5
3,3
mar/14
5,0
5,5
9,2
3,6
3,5
5,7
3,2

A população economicamente ativa (ocupados mais desocupados) foi estimada em março de 2014, para o conjunto das seis regiões pesquisadas, em 24,1 milhões de pessoas. Este indicador não apresentou variação estatisticamente significativa tanto na comparação mensal (fevereiro de 2014) quanto na anual (março de 2013).

O contingente de pessoas ocupadas em março de 2014 (22,9 milhões para o conjunto das seis regiões) não assinalou variação significativa em nenhuma das comparações. Regionalmente, essa população também se mostrou estável em ambos os períodos analisados.


Rendimento médio real habitualmente recebido

Grupamentosde atividade mar/13 fev/14 mar/14 %m %a
População ocupada
1.967,54
2.033,26
2.026,60
-0,3
3,0
Indústria extrativa, de transformação e distribuição
de eletricidade, gás e água
2.067,75
2.101,75
2.058,40
-2,1
-0,5
Construção
1.698,72
1.792,57
1.811,00
1,0
6,6
Comércio, reparação de veículosautomotores e de objetos
pessoais e domésticos e comércio a varejo decombustíveis
1.553,44
1.684,33
1.647,10
-2,2
6,0
Serviços prestados à empresa, aluguéis,
atividades imobiliárias e intermediação financeira
2.516,53
2.479,03
2.544,70
2,6
1,1
Educação, saúde, serviços sociais,
administração pública, defesa e seguridade social
2.645,37
2.746,66
2.727,70
-0,7
3,1
Serviços domésticos
823,33
864,51
863,40
-0,1
4,9
Outros serviços (alojamento, transporte,
limpeza urbana e serviços pessoais)
1.712,19
1.763,01
1.734,90
-1,6
1,3

Na análise do contingente de ocupados por grupamentos de atividade, para o conjunto das seis regiões, não foi observada variação significativa em nenhum dos grupamentos de atividade. Em relação a março de 2013, o comportamento se repetiu.

O nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa) foi estimado em março de 2014 em 53,0% para o total das seis regiões investigadas, revelou estabilidade em relação ao mês anterior. No confronto com março de 2013 (53,8%), esse indicador reduziu 0,8 ponto percentual. Regionalmente, na comparação mensal, o cenário foi de estabilidade em todas as regiões. No confronto com março do ano passado, duas regiões apresentaram redução: Recife (1,7 ponto percentual) e Belo Horizonte (1,2 ponto percentual). As demais regiões mantiveram-se estáveis.

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado, em março de 2014, foi estimado em 11,7 milhões no conjunto das seis regiões pesquisadas. Este resultado não variou em relação a fevereiro e subiu 2,0% comparado a março de 2013.


Rendimento médio real habitualmente recebido

Categorias de posição na ocupação mar/13 fev/14 mar/14 %m %a
Empregados com carteira no setor privado
1.804,87
1.841,39
1.846,60
0,3
2,3
Empregados sem carteira no setor privado
1.529,37
1.506,89
1.398,40
-7,2
-8,6
Militares e funcionários públicos
3.355,44
3.333,05
3.431,10
2,9
2,3
Pessoas que trabalharam por conta própria
1.672,42
1.795,80
1.769,90
-1,4
5,8

Em março, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores, no conjunto das seis regiões pesquisadas, foi estimado em R$ 2.026,60. Houve estabilidade em relação ao mês anterior e alta de 3,0% em relação a março de 2013 (R$ 1.967,54). Regionalmente, no mês, o rendimento dos trabalhadores subiu na Região Metropolitana de Salvador (2,2%), ficou estável em Recife, São Paulo e Porto Alegre e caiu 3,5% em Belo Horizonte e 0,6% no Rio de Janeiro. Na comparação anual, o rendimento subiu em Salvador (6,9%); Rio de Janeiro (6,2%); Porto Alegre (5,6%); Recife (1,3%) e em São Paulo (1,0%), e não variou em Belo Horizonte.


Rendimento domiciliar per capita

Região Metropolitana
mar/13 fev/14 mar/14 %m %a
Total
1.332,69
1.359,73
1.363,54
0,3
2,3
Recife
875,54
856,28
862,92
0,8
-1,4
Salvador
968,74
977,74
1.015,38
3,8
4,8
Belo Horizonte
1.290,09
1.317,04
1.277,17
-3,0
-1,0
Rio de Janeiro
1.392,72
1.495,31
1.491,95
-0,2
7,1
São Paulo
1.466,31
1.459,25
1.465,01
0,4
-0,1
Porto Alegre
1.307,25
1.337,58
1.355,20
1,3
3,7