PNAD 2015: 19,7% dos domicílios com TV necessitam adequação para receber sinal digital, em 2013 eram 28,5%

22/12/2016 09h21 | Última Atualização: 25/05/2017 12h48

 

Tinham acesso ao sinal digital de TV aberta cerca de 45,1% dos domicílios com TV, a antena parabólica estava presente em 37,5% dos domicílios e a TV por assinatura, em 32,1%. 19,7% dos domicílios particulares permanentes com aparelho de televisão (13,0 milhões) não possuíam nenhum desses três tipos de alternativa de acesso a TV e, após a mudança do sinal de TV de analógico para o digital, prevista pelo governo Federal, não teriam acesso à programação televisiva. Na região Norte, o percentual chega a 25,4%.Pela primeira vez, o número de televisões de tela fina (58,1 milhões) superou o número de televisões de tubo (46,5 milhões), que são mais comuns no Nordeste (53,8% das televisões). Dos 39,3 milhões de domicílios que utilizaram a Internet, a conexão com banda larga (fixa e móvel) já estava presente em 99,6%, enquanto apenas 0,4% tinham conexão somente discada.

O número de internautas ultrapassa, pela primeira vez, a marca dos 100 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade. Em 2015, 57,5% da população de 10 anos ou mais de idade (102,1 milhões) utilizou a Internet nos 90 dias anteriores à pesquisa, ou seja, 42,5% da população não teve acesso à rede (cerca de 75,6 milhões de pessoas). O uso da Internet mostrou relação direta com as classes de rendimento mensal domiciliar per capita, com o maior percentual (92,1%) na classe de mais de 10 salários mínimos, e menor (32,7%) na classe sem rendimento a 1/4 do salário mínimo. Entre os que não utilizaram, 88,2% pertenciam a classe de rendimento domiciliar de até 2 salários mínimos per capita (66,5 milhões de pessoas).

No grupo de pessoas de 15 anos ou mais de estudo, a proporção daqueles que utilizaram a Internet atingiu 92,3% em 2015, ao passo que ficou abaixo dos 50,0% entre aqueles com até sete anos de estudo. Apesar de ter havido uma proporção maior de utilização da Internet entre os estudantes da rede privada (97,3%) em relação aos do ensino público (73,7%), em números absolutos o acesso pelos estudantes da rede pública (19,9 milhões) foi mais que o dobro que o daqueles que estudavam em instituições privadas (9,0 milhões).

O contingente de pessoas que tinha telefone celular para uso pessoal cresceu 147,2% em uma década, passando de 56,3 milhões de pessoas em 2005 para 139,1 milhões em 2015. Os percentuais foram maiores na área urbana (82,8%) que na rural (52,8%), entre as mulheres (78,9%) que entre os homens (77,6%) e entre a população de 25 a 29 anos (89,8%). A proporção de domicílios com acesso à Internet cresceu de 54,9% (36,8 milhões de domicílios) em 2014 para 57,8% (39,3 milhões de domicílios) em 2015. O percentual de domicílios com acesso à Internet por meio de microcomputador caiu de 76,6% para 70,1% dos domicílios com Internet, entre 2014 e 2015. Em contrapartida, houve crescimento na conexão de Internet por telefones celulares, de 80,4% para 92,1% dos domicílios com Internet.

Essas e outras informações estão no Suplemento da Pnad 2015: Acesso à Internet e à Televisão e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, realizado em convênio com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que pode ser acessada aqui.

13,0 milhões de domicílios com TV (19,7%) não têm acesso ao sinal digital aberto, e não possuem nenhuma outra alternativa ao sinal analógico aberto

Entre os domicílios com TV, tinham acesso ao sinal digital de TV aberta cerca de 45,1% dos domicílios com TV. 30,0% dos domicílios não tinham acesso ao sinal de televisão digital aberto, mas contavam com pelo menos uma modalidade alternativa que permitia a recepção televisiva: TV por antena parabólica (21,4% dos domicílios), a TV por assinatura (6,7%) e os que tinham parabólica e assinatura simultaneamente (1,9%).

Desse modo, 19,7% dos domicílios com TV (13,0 milhões de domicílios) não tinham acesso ao sinal digital aberto e não possuíam nenhuma das outras alternativas de acesso à TV mencionadas acima, e necessitam se adequar à nova tecnologia. A região Norte continuou apresentando o maior percentual de domicílios sem nenhuma dessas três modalidades de acesso a programação televisiva (25,4%), seguida por Nordeste (22%). O menor percentual foi registrado na Região Sudeste (17,8%).

Tabela 7 - Distribuição dos domicílios particulares permanentes com televisão,
por Grandes Regiões, segundo o acesso à recepção de sinal digital de
televisão aberta, televisão por assinatura e a recepção de sinal de televisão
por antena parabólica - 2015

Recepção de sinal digital de televisão aberta, acesso a televisão por assinatura e recepção de sinal de televisão por antena parabólica
Distribuição dos domicílios particulares permanentes com televisão (%)
Brasil
Grandes Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Total (1)(2)
100,0
100,0
100,0
100,0
100,0
100,0
Com recepção de sinal digital de televisão aberta
45,1
34,7
33,3
53,1
47,1
45,0
Sem recepção de sinal digital de televisão aberta
49,9
60,3
62,3
41,6
47,8
49,4
Com televisão por assinatura e antena parabólica
1,9
1,9
1,2
2,0
2,7
2,5
Com televisão por assinatura e sem antena parabólica
6,7
4,0
3,0
9,7
6,5
5,9
Sem televisão por assinatura e com antena parabólica
21,4
28,9
36,0
12,1
19,7
21,2
Sem televisão por assinatura e antena parabólica
19,7
25,4
22,0
17,8
18,9
19,8
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2015.
(1): Inclusive os domicílios em que não se sabia se havia recepção de sinal de televisão por antena parabólica.
(2): Inclusive os domicílios em que não se sabia se havia recepção de sinal digital de televisão aberta.

TV digital aberta está em 49,4% dos domicílios urbanos e 17,6% dos rurais

Houve crescimento no percentual de domicílios com televisão digital aberta, passando de 39,8% para 45,1% dos domicílios com TV, entre 2014 e 2015. A televisão digital aberta se expandiu tanto nos domicílios da área rural, como da área urbana, mas a diferença ainda persiste: 17,6% (área rural) e 49,4% (área urbana). A região Sudeste, assim como nos anos anteriores, registrou o maior percentual de domicílios com televisão digital aberta, alcançando pela primeira vez, mais da metade dos seus domicílios (53,1%), seguida das regiões Sul (47,1%) e Centro-Oeste (45,0%). Segundo o rendimento mensal domiciliar per capita, a presença de TV digital aberta variou de 22,0%, nos domicílios sem rendimento a 1/4 do salário mínimo, a 75,2% (para os com mais de 5 salários mínimos).

TV por assinatura cresce na área rural e se mantém estável na área urbana

Entre 2014 e 2015, a proporção de domicílios com televisão por assinatura manteve-se estável (32,1% dos domicílios com TV). O Sudeste continuou apresentando a maior proporção de domicílios com televisão por assinatura, 43,4% (0,2 ponto percentual menor do que 2014), seguida das regiões Sul (32,7%) e Centro-Oeste (30,7%) dos domicílios com aparelho de televisão, respectivamente. Os menores percentuais continuaram nas regiões Norte (19,9%) e Nordeste (16,3%). Segundo o rendimento mensal domiciliar per capita, a presença de TV por assinatura variou de 9,0%, nos domicílios sem rendimento a 1/4 do salário mínimo, a 77,3% nos domicílios com mais de 5 salários mínimos.

Parabólica está em 51,3% dos domicílios com mais baixos rendimentos

A televisão por antena parabólica estava presente em 37,5% dos domicílios, uma queda de 0,5 ponto percentual, em relação a 2014. Como nos anos anteriores, a presença na área rural (77,0%) foi superior à urbana (31,3%). A menor proporção de domicílios com televisão por antena parabólica, foi na região Sudeste (26,9%), enquanto Nordeste teve a maior (51,3%). Segundo o rendimento mensal domiciliar per capita, a recepção por antena parabólica variou de 51,3%, entre os domicílios sem rendimento a 1/4 do salário mínimo, a 21,6% entre aqueles com mais de 5 salários mínimos.

TV de tela fina, presente em 58,1 milhões de domicílios, supera TV de tubo

Pela primeira vez, o número de televisões de tela fina superou o número de televisões de tubo. Foram estimadas 46,5 milhões televisões de tubo (44,5%) e 58,1 milhões de tela fina (55,5%). A região Nordeste apresentou o maior percentual de domicílios com apenas televisão de tubo (51,1%) e é a única grande região em que ainda mais da metade dos domicílios possuem somente televisão de tubo; a região Centro-Oeste, a maior proporção de domicílios com somente televisão de tela fina (48,5%); e a Sul, a maior proporção de domicílios com ambos os tipos (26,9%). O rendimento médio mensal per capita dos domicílios somente com televisão de tela fina (R$ 1.654) é maior do que dos domicílios com ambos os tipos (R$ 1.485) e somente com tubo (R$ 745).

Banda larga móvel cresce atingindo 69,8% dos domicílios com internet

Dos 39,3 milhões de domicílios que utilizaram a Internet, a conexão com banda larga (fixa e móvel) já estava presente em 99,6%, enquanto apenas 0,4% tinham conexão somente discada. A conexão em banda larga fixa caiu de 71,9% para 71,5% dos domicílios com Internet. Já a banda larga móvel apresentou expansão de 62,8% para 69,8% dos domicílios com Internet. Também ficou mais frequente a coexistência dos dois tipos de banda larga, com crescimento de 35,5% a 41,7% dos domicílios. A banda larga móvel foi maior do que a fixa, nas regiões Norte (83,4%), Nordeste (67,3%) e Centro-Oeste (73,6%). Já a banda larga fixa ultrapassou móvel no Sudeste (75,3%) e Sul (78,1%).

Pessoas de 18 ou 19 anos tem maior proporção de uso da Internet (82,9%)

Em 2015, a proporção de pessoas de 10 anos ou mais de idade que utilizaram a Internet por meio de microcomputador reduziu-se para 40,9% frente a 43,9% em 2014. Em contrapartida, houve um crescimento de 59,5% do contingente de pessoas que acessaram a Internet exclusivamente por meio de outros equipamentos, alcançando 16,6%, frente a 10,5%, em 2014. Consequentemente, a proporção de pessoas de 10 anos ou mais de idade que utilizaram a Internet passou de 54,4% em 2014 para 57,5% em 2015. Não houve diferença significativa no acesso à Internet entre mulheres (58,0%) e homens (56,8%). Os mais jovens registraram as maiores proporções de utilização da Internet. A partir do grupo de 18 ou 19 anos, os percentuais decresceram com o aumento da faixa etária, sendo a menor proporção entre as pessoas de 60 anos ou mais (17,4%). O grupo das pessoas de 18 ou 19 anos alcançou a maior proporção (82,9%). Em todos os grupos compreendidos na faixa de 10 a 49 anos de idade, o uso da Internet ultrapassou 50%.

Utilização da Internet cresce à medida que o rendimento aumenta

A proporção de pessoas que utilizaram Internet mostrou relação direta com as classes de rendimento mensal domiciliar per capita, indicando proporções crescentes entre as pessoas com rendimento mais elevado. As classes de até 1 salário mínimo registraram proporções inferiores à média nacional (57,4%). O padrão de 2015 se manteve igual ao do ano anterior, com o maior percentual (92,1%) na classe de mais de 10 salários mínimos, e o menor (32,7%) na classe sem rendimento a 1/4 do salário mínimo.

Gráfico 27 - Percentual de pessoas que utilizaram a Internet, no período de referência
dos últimos três meses, na população de 10 anos ou mais de idade, por classes de
rendimento mensal domiciliar per capita - Brasil - 2013-2015

Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2013-2015.
Nota: Exclusive as pessoas cuja condição na unidade domiciliar era pensionista, empregado doméstico ou parente do empregado doméstico.
(1): Inclusive as pessoas moradoras em unidades domiciliares cujos componentes recebiam somente em benefícios.

97,3% dos estudantes da rede privada utilizam Internet, enquanto na rede pública são 73,7%

A utilização da Internet mostrou relação direta com os anos de estudo, indicando proporções crescentes entre os mais escolarizados. Em relação a 2014, todos os grupos de anos de estudo apresentaram aumento na utilização. Para as pessoas com 4 a 7 anos de estudo (42,4%), o percentual foi inferior à média nacional (57,5%), enquanto para aquelas com oito anos ou mais de estudo a proporção foi superior a 65,0%. O maior percentual foi observado na população com 15 anos ou mais de estudo (92,3%).

As proporções de utilização da Internet também aumentam continuamente até o nível superior incompleto, que alcança o percentual máximo de 94,7%, decaindo para 92,8% no grupo das pessoas que possuem o superior completo. Esse fator acontece pela maior presença de pessoas mais velhas, que já cursaram o nível superior.

O percentual de pessoas que utilizaram a Internet foi maior entre os estudantes (79,8%) do que entre os não estudantes (51,7%). Na rede privada, 97,3% (9,0 milhões) utilizavam a Internet, enquanto na rede pública, 73,7% (19,9 milhões).

Pela primeira vez o uso de Internet entre não ocupados ultrapassa 50,0%

Em 2015, a utilização da Internet foi maior entre as pessoas economicamente ativas (64,5%) do que entre as não economicamente ativas (47,1%). No país, 63,4% dos ocupados utilizavam a Internet, enquanto entre os não ocupados a proporção alcançou pela primeira vez mais da metade da população (50,6%). Os dois grupos apresentaram aumento em relação a 2014 (4,2 e 2,4 pontos percentuais, respectivamente). Entre as pessoas ocupadas, as mulheres (68,9%) apresentavam proporção maior que os homens (59,3%). Entre as pessoas não ocupadas, o comportamento foi inverso, com os homens (52,4%) registrando proporção maior que as mulheres (49,5%).

Posse de telefone móvel celular atinge 89,8% na faixa de 25 a 29 anos

O contingente de pessoas de 10 anos ou mais de idade que tinham telefone móvel celular para uso pessoal era de 139,1 milhões em 2015, o que correspondia a 78,3% da população nessa faixa de idade. Em relação a 2014, o aumento foi de 1,8% (2,5 milhões de pessoas).

Em 2015, o percentual de pessoas que tinham telefone móvel celular para uso pessoal na população de 10 anos ou mais de idade era de 82,8% na área urbana e 52,8% na área rural. Entre as mulheres (78,9%), foi ligeiramente maior do que entre os homens (77,6%).

Houve aumento do percentual de pessoas com esse equipamento em todos os grupos etários entre 2014 e 2015, com exceção do de 10 a 14 anos, que se manteve igual ao ano anterior (54,1%), e o de 18 ou 19 anos (de 87,2% para 87,0%). A posse de celular apresentou comportamento crescente, atingindo seu máximo no grupo de 25 a 29 anos de idade (89,8%), decrescendo a partir de então. Os menores percentuais continuaram sendo entre os mais jovens, na faixa de 10 a 14 anos (54,1%), e entre as pessoas de 60 anos ou mais de idade (56,6%).

Entre os estudantes, a posse de telefone celular variou segundo a rede de ensino frequentada: enquanto na rede privada a proporção foi de 93,7%, na pública esta proporção era de 67,2% em 2015. De 2014 para 2015, observa-se que a proporção de pessoas com telefone celular, segundo os anos de estudo, aumentou apenas para os grupos com oito anos ou mais. A posse de telefone celular mostrou relação direta com os anos de estudo, indicando proporções crescentes entre os mais escolarizados. Para as pessoas com até sete anos de estudo, a posse desse equipamento situou-se abaixo da média nacional (78,3%); na faixa de 11 a 14 anos de estudo, 93,8%; entre as com 15 anos ou mais de estudo, 97,0%.

Em dez anos, a proporção de celulares entre os economicamente ativos passa de 43,8% para 87,4%

Entre as pessoas economicamente ativas (pessoas ocupadas + desocupadas), a posse de celular passou de 43,8% em 2005 para 63,4% em 2008, alcançando 87,4% em 2015. Entre as pessoas não economicamente ativas, essa proporção foi de 24,3% em 2005, passando para 38,0% em 2008, e 64,9% em 2015. A proporção de pessoas de 10 anos ou mais ocupadas que tinham telefone celular foi de 87,2% em 2015, o que correspondia a 83,2 milhões de pessoas. Entre as não ocupadas, essa proporção foi de 67,9% ou 55,9 milhões de pessoas.

A posse de telefone celular situou-se majoritariamente acima de 80% entre os grupamentos de atividade. A única exceção ocorreu no grupamento agrícola (56,0%), sendo que 48,6% das pessoas que não possuíam telefone móvel celular faziam parte deste grupamento.

Em 2015, enquanto 96,2% dos empregadores e 95,7% dos militares e funcionários públicos estatutários tinham telefone celular, 82,0% dos trabalhadores por conta própria e 63,8% dos trabalhadores não remunerados o possuíam. Considerando os empregados e trabalhadores domésticos com telefone móvel celular, a diferença entre aqueles com (94,6%) e sem carteira de trabalho assinada (83,5%) foi de 11,1 p.p. Os trabalhadores não remunerados apresentaram o maior aumento em relação a 2014 (2,7 pontos percentuais).

A posse de telefone móvel celular cresce à medida que o nível do rendimento aumenta. Na faixa sem rendimento a 1/4 do salário mínimo, 53,9% das pessoas tinham telefone celular, ao passo que na faixa acima de 10 salários mínimos essa proporção alcançou 96,4% em 2015. As regiões Norte (42,0%) e Nordeste (49,8%) foram as únicas onde a faixa que engloba as pessoas sem rendimento e aquelas com rendimento mensal domiciliar per capita de até 1/4 do salário mínimo não atingia 50% da população.

Tabela 9 - Percentual de pessoas que tinham telefone móvel celular para uso pessoal,
na população de 10 anos ou mais de idade, por Grandes Regiões, segundo as
classes de rendimento mensal domiciliar per capita - 2015

Classes de rendimento mensal domiciliar per capita
Percentual de pessoas que tinham telefone móvel celular para uso pessoal, na população de 10 anos ou mais de idade (%)
Brasil
Grandes Regiões
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Total (1)
78,3
68,6
69,6
82,6
82,8
86,9
Sem rendimento a 1/4 do salário mínimo (2)
53,9
42,0
49,8
68,8
63,7
71,4
Mais de 1/4 a 1/2 salário mínimo
67,8
59,8
65,3
73,1
69,9
76,3
Mais de 1/2 a 1 salário mínimo
77,2
71,0
73,0
79,7
79,9
84,4
Mais de 1 a 2 salário mínimos
81,2
78,0
75,1
82,6
82,1
87,6
Mais de 2 a 3 salário mínimos
88,7
88,3
87,3
88,5
88,5
92,7
Mais de 3 a 5 salários mínimos
93,1
91,8
94,8
92,4
92,9
95,3
Mais de 5 a 10 salários mínimos
95,4
95,1
95,9
95,2
94,8
97,4
Mais de 10 salários mínimos
96,4
96,6
95,8
96,5
95,6
97,5
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2015.
Nota: Exclusive as pessoas cuja condição na unidade domiciliar era pensionista, empregado doméstico ou parente do empregado doméstico.
(1): Inclusive os domicílios em que não se sabia se havia recepção de sinal de televisão por antena parabólica.
(2): Inclusive os domicílios em que não se sabia se havia recepção de sinal digital de televisão aberta.
 

Acesso à Internet por telefone celular cresce de 80,4% para 92,1% dos domicílios entre 2014 e 2015 enquanto por meio de microcomputador cai

A proporção de domicílios com acesso à Internet cresceu de 54,9% (36,8 milhões de domicílios) em 2014 para 57,8% (39,3 milhões de domicílios) em 2015. Nos domicílios com acesso à Internet, o acesso por meio de microcomputador caiu, entre 2014 e 2015, tanto percentualmente, de 76,6% a 70,1%, como em números absolutos (de 28,2 milhões para 27,5 milhões de domicílios). Também caiu o acesso por meio de tablet, de 21,9% para 21,1%. Em contrapartida, houve crescimento do acesso à Internet por meio do telefone móvel celular, passando de 80,4% para 92,1% (36,2 milhões de domicílios); por televisão, passando de 4,9% para 7,5% (2,9 milhões) e por outros equipamentos eletrônicos, de 0,9% para 1,0% (0,4 milhão). Também cresceu de 8,6 milhões para 11,8 milhões o número de domicílios com acesso à Internet somente por meio de outros equipamentos que não sejam o computador. O uso do celular para o acesso à Internet predominou em todas as regiões, sendo mais alto na região Norte (96,7%). O uso do tablet permaneceu maior no Sudeste (24,0%).