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IBGE lança segundo volume do glossário dos termos genéricos dos nomes geográficos

Editoria: IBGE

30/06/2015 09h33 | Atualizado em 07/08/2017 09h21

 

O IBGE apresenta o segundo volume do “Glossário dos termos genéricos dos nomes geográficos utilizados no mapeamento sistemático do Brasil”, como parte do Programa de Atualização Permanente da Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala de 1:250.000 (1 cm = 2,5 km). A publicação completa pode ser acessada no linkhttp://biblioteca.ibge.gov.br/pt/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=288835.

Nomes geográficos são os nomes próprios dos elementos geográficos naturais ou antrópicos (ex.: Rio São Francisco, Aeroporto Santos Dumont) e são compostos pela junção de um termo genérico (ex.: rio, aeroporto) e um termo específico que os individualizam (ex.: São Francisco, Santos Dumont).

O “Glossário dos termos genéricos dos nomes geográficos”, organizado em volumes conforme a escala de mapeamento, tem por objetivo atender às demandas sobre o significado dos termos genéricos registrados no mapeamento sistemático do Brasil e suas particularidades regionais, bem como auxiliar na padronização da coleta dos nomes geográficos.

Este segundo volume reúne 174 verbetes, definindo os termos genéricos presentes na Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala de 1:250.000 – BC250, além de uma lista na qual são registrados os termos relativos à classificação de localidades definida pelo IBGE (vilas, povoados, cidades etc.).

Um primeiro volume, lançado em 2010, já havia trazido as definições e conceitos dos termos genéricos presentes na Base Cartográfica Contínua do Brasil ao Milionésimo – BCIM (mais informações no linkhttps://www.ibge.gov.br/home/geociencias/cartografia/BCIM.shtm).

Os nomes geográficos constituem-se em relevante marca cultural no território e expressam uma efetiva apropriação do espaço por um dado grupo. São ainda poderosos elementos culturais de um povo. Os nomes geográficos são considerados um patrimônio, pois, através deles, pode-se identificar padrões de ocupação, identidade e diversidade linguística. A ausência de padronização gera, entre outras consequências, carência de subsídios para documentação e litígios em questões fundiárias e territoriais.

 

Comunicação Social
30 de junho de 2015