Em junho, emprego industrial fica estável (0,0%)

Em junho de 2013, o pessoal ocupado assalariado na indústria mostrou variação nula (0,0%) frente a...

09/08/2013 06h00 | Atualizado em 09/08/2013 06h00

Em junho de 2013, o pessoal ocupado assalariado na indústria mostrou variação nula (0,0%) frente a maio, na série livre de influências sazonais, após registrar queda de - 0,4% em maio e também ficar estável em abril último. Assim, a média móvel trimestral assinalou variação negativa de 0,1% no trimestre encerrado em junho frente ao mês anterior, e permaneceu com o comportamento de estabilidade desde julho do ano passado. Ainda na série com ajuste sazonal, na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior, o emprego industrial apontou ligeira variação negativa de - 0,1% no segundo trimestre de 2013, após assinalar 0,1% no último trimestre do ano passado e -0,2% no primeiro trimestre de 2013. A publicação completa da pesquisa encontra-se em https://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/industria/pimes/.

Na série sem ajuste, o emprego industrial mostrou variação negativa de - 0,4% em junho, em relação a junho de 2012, vigésimo-primeiro resultado negativo consecutivo nesse confronto. Comparado a igual período do ano anterior, o total do pessoal ocupado assalariado recuou tanto no fechamento do segundo trimestre de 2013 (-0,5%), como no acumulado dos seis primeiros meses do ano (-0,7%). O índice acumulado nos últimos doze meses, ao recuar 1,1% em junho de 2013, assinalou quedas menos intensas do que as registradas em fevereiro (-1,5%), março (-1,4%), abril (-1,3%) e maio (-1,2%).

Em relação a junho de 2012, o emprego industrial recuou - 0,4% em junho, com o contingente de trabalhadores apontando redução em nove dos quatorze locais pesquisados. O principal impacto negativo sobre a média global foi na Região Nordeste (-3,5%), pressionado em grande parte pelas taxas negativas em quatorze dos dezoito setores investigados, com destaque para as indústrias de alimentos e bebidas (-3,1%), calçados e couro (-4,9%), minerais não-metálicos (-7,6%), refino de petróleo e produção de álcool (-13,4%), vestuário (-2,5%), borracha e plástico (-5,7%), indústrias extrativas (-6,6%), produtos têxteis (-3,9%) e máquinas e equipamentos (-6,4%).

Vale citar também os resultados negativos no Rio Grande do Sul (-2,1%), Bahia (-5,6%) e Pernambuco (-5,9%), com o primeiro influenciado principalmente pelas quedas nos setores de calçados e couro (-11,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-21,5%), vestuário (-14,9%), máquinas e equipamentos (-2,3%) e produtos têxteis (-11,2%); o segundo pressionado especialmente pelos ramos de calçados e couro (-22,3%), minerais não-metálicos (-15,2%) e máquinas e equipamentos (-14,4%); e o terceiro por conta das perdas registradas em alimentos e bebidas (-7,3%) e borracha e plástico (-28,0%). Por outro lado, Santa Catarina, que avançou 1,4% em junho, deu a principal contribuição positiva, devido, em grande parte, aos setores de borracha e plástico (8,9%), máquinas e equipamentos (5,7%), produtos de metal (8,4%) e madeira (4,4%).

Setorialmente, ainda no índice mensal, o total do pessoal ocupado assalariado recuou em dez dos dezoito ramos pesquisados, com destaque para as pressões negativas vindas de calçados e couro (-5,4%), outros produtos da indústria de transformação (-3,8%), máquinas e equipamentos (-1,7%), vestuário (-1,8%), madeira (-4,4%) e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-1,6%). Por outro lado, os principais impactos positivos sobre a média da indústria foram observados nos setores de alimentos e bebidas (1,7%), borracha e plástico (2,5%) e meios de transporte (1,3%).

Na análise por trimestres, observa-se que o emprego industrial, ao recuar 0,5% no segundo trimestre de 2013, apontou o sétimo trimestre consecutivo de resultados negativos, mas com redução no ritmo de queda frente aos índices do terceiro (-1,8%) e quarto trimestres de 2012 (-1,2%) e os três primeiros meses de 2013 (-1,0%), todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. Vale citar que a queda registrada no segundo trimestre de 2013 é a menos intensa desde o último trimestre de 2011 (-0,4%). Na redução da magnitude de queda observada entre o primeiro e segundo trimestres do ano, nove dos quatorze locais e dez dos dezoito setores pesquisados ganharam ritmo entre os dois períodos, com destaque para vestuário (de -6,2% para -1,8%), produtos têxteis (de -5,2% para -2,3%), meios de transporte (de –1,4% para 0,6%), refino de petróleo e produção de álcool (de -3,2% para -1,5%) e papel e gráfica (de -1,7% para -0,1%), entre os ramos; e Pernambuco (de -9,1% para -6,3%), Rio Grande do Sul (de -3,0% para -1,8%), Região Norte e Centro-Oeste (de 0,0% para 1,0%), Região Nordeste (de -4,8% para -3,7%) e Santa Catarina (de 0,5% para 1,4%), entre os locais.

No índice acumulado do período janeiro-junho de 2013, o emprego industrial mostrou queda de 0,7%, com taxas negativas em dez dos quatorze locais e em doze dos dezoito setores investigados. Entre os locais, Região Nordeste (-4,3%) apontou o principal impacto negativo no total da indústria, vindo a seguir Rio Grande do Sul (-2,4%), Pernambuco (-7,8%), Bahia (-4,9%) e São Paulo (-0,3%). Por outro lado, Paraná (1,1%) e Santa Catarina (1,0%) exerceram as pressões positivas mais importantes no acumulado dos seis primeiros meses do ano. Setorialmente, as contribuições negativas mais relevantes sobre a média nacional vieram de vestuário (-4,1%), calçados e couro (-5,4%), outros produtos da indústria de transformação (-4,3%), produtos têxteis (-3,8%), máquinas e equipamentos (-1,6%) e madeira (-5,1%), enquanto os setores de alimentos e bebidas (1,9%) e de borracha e plástica (2,8%) responderam pelas principais influências positivas.

Número de horas pagas recuou -0,6%

Em junho de 2013, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, recuou - 0,6% frente ao mês imediatamente anterior, segunda taxa negativa consecutiva, acumulando no período perda de 1,2%. Assim, a média móvel trimestral assinalou ligeira variação negativa de 0,1% na passagem dos trimestres encerrados em maio e junho, após registrar 0,3% em abril e 0,1% em maio. Ainda na série com ajuste sazonal, na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior, o número de horas pagas cresceu 0,3% no período abril-junho de 2013, praticamente recuperando a perda de 0,4% registrada no primeiro trimestre do ano.

No confronto junho de 2013 / junho de 2012, o número de horas pagas mostrou variação negativa de 0,4%, após assinalar 0,3% em abril e ficar estável em maio (0,0%). Nas comparações contra iguais períodos do ano anterior, o total do número de horas pagas apontou perda tanto no fechamento do segundo trimestre de 2013 (-0,1%), como no índice acumulado dos seis primeiros meses do ano (-0,9%). A taxa acumulada nos últimos doze meses, ao recuar 1,4% em junho de 2013, registrou resultado negativo menos acentuado do que o observado em março (-2,0%), abril (-1,8%) e maio (-1,5%).

Em junho de 2013, o número de horas pagas apontou recuo (-0,4%) frente junho de 2012, com taxas negativas em oito dos quatorze locais e em dez dos dezoito ramos pesquisados. As principais influências negativas vieram de calçados e couro (-6,5%), outros produtos da indústria de transformação (-4,6%), máquinas e equipamentos (-2,4%), produtos têxteis (-3,6%), produtos de metal (-2,5%), vestuário (-1,6%) e madeira (-4,5%). Já o setor de alimentos e bebidas (2,1%) assinalou o principal impacto positivo nesse mês, seguido por meios de transporte (3,0%) e borracha e plástico (3,2%).

Entre os locais, ainda na comparação com igual mês do ano anterior, Região Nordeste (-3,7%) apontou a principal influência negativa sobre o total do país, pressionada em grande parte pela redução no número de horas pagas nos setores de alimentos e bebidas (-3,5%), minerais não-metálicos (-7,8%), calçados e couro (-3,7%), refino de petróleo e produção de álcool (-12,4%), máquinas e equipamentos (-13,3%), indústrias extrativas (-9,7%) e produtos têxteis (-4,4%).

Vale mencionar também os impactos negativos no Rio Grande do Sul (-2,2%), com as quedas em calçados e couro (-11,7%), máquinas e equipamentos (-8,5%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-14,7%), vestuário (-18,0%) e produtos têxteis (-10,5%); Bahia (-5,6%), pressionado, sobretudo, pelos recuos em calçados e couro (-17,7%), máquinas e equipamentos (-18,9%), minerais não-metálicos (-14,5%), indústrias extrativas (-7,4%) e alimentos e bebidas (-1,7%); e Pernambuco (-4,3%), em função, principalmente, dos recuos em borracha e plástico (-29,3%), alimentos e bebidas (-3,6%), produtos têxteis (-19,4%), minerais não-metálicos (-6,0%) e papel e gráfica (-6,4%). Por outro lado, São Paulo (0,5%) e Santa Catarina (1,7%) exerceram as principais contribuições positivas sobre o total do número de horas pagas, impulsionados, em grande parte, pela expansão verificada nos setores de alimentos e bebidas (5,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (6,1%), borracha e plástico (5,4%) e vestuário (7,2%), no primeiro local, e de borracha e plástico (10,6%) e máquinas e equipamentos (5,9%), no segundo.

O número de horas pagas apontou variação negativa de - 0,1% no segundo trimestre de 2013 frente a igual período do ano anterior, oitava taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto, mas a menos intensa dessa sequência. Na redução da intensidade de queda observada no total do número de horas pagas na passagem do primeiro (-1,7%) para o segundo (-0,1%) trimestre de 2013, doze dos dezoito setores e onze dos quatorze locais pesquisados mostraram ganho de ritmo entre os dois períodos.

Entre as atividades, destacaram-se alimentos e bebidas, que passou de 1,0% no período janeiro-março para 3,4% no trimestre seguinte, vestuário (de -7,3% para -2,2%), meios de transporte (de -1,7% para 2,4%), papel e gráfica (de -2,6% para -0,5%) e produtos têxteis (de -5,6% para -3,4%), enquanto entre os locais, sobressaíram os ganhos registrados por Pernambuco (de -9,4% para -4,0%), São Paulo (de -1,3% para 1,2%), Santa Catarina (de -0,7% para 1,8%), Região Norte e Centro-Oeste (de -1,4% para 0,8%) e Rio Grande do Sul (de -4,2% para -2,3%).

No índice acumulado de janeiro-junho de 2013, frente a igual período do ano anterior, houve recuo de 0,9% no número de horas pagas, com dez dos dezoito setores pesquisados apontando queda. Os impactos negativos mais relevantes na média global da indústria foram verificados nos ramos de calçados e couro (-7,5%), vestuário (-4,8%), outros produtos da indústria de transformação (-5,0%), produtos têxteis (-4,5%) e máquinas e equipamentos (-2,6%). Em sentido oposto, alimentos e bebidas (2,2%) exerceu a principal contribuição positiva sobre o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria. Em nível regional, ainda no índice acumulado no ano, nove dos quatorze locais pesquisados mostraram taxas negativas, com destaque para o recuo de 4,2% registrado pela Região Nordeste, vindo a seguir as perdas verificadas no Rio Grande do Sul (-3,2%), Pernambuco (-6,9%) e Bahia (-5,3%). Em contrapartida, Santa Catarina (0,6%), Paraná (0,3%) e Rio de Janeiro (0,4%) assinalaram as influências positivas no índice acumulado do primeiro semestre do ano.

Folha de pagamento real recuou – 1,4%

Em junho de 2013, o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria ajustado sazonalmente recuou - 1,4% frente ao mês imediatamente anterior, revertendo dois meses seguidos de taxas positivas, que acumularam ganho de 1,8%. Vale destacar que no resultado desse mês observa-se a clara influência da queda de 21,7% assinalada pelo setor extrativo, pressionado em grande parte pela elevada base de comparação, já que essa atividade mostrou crescimento de 29,4% em maio último, por conta do pagamento de participação nos lucros e resultados em importante empresa do setor. Cabe ressaltar que, nesse mesmo tipo de comparação, a indústria de transformação apontou ligeira variação negativa de 0,2% nesse mês, após acumular expansão de 2,9% entre os meses de fevereiro e maio.

Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral para o total da indústria assinalou variação de 0,1% na passagem dos trimestres encerrados em maio e junho e manteve a trajetória ascendente iniciada em março último. Na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior, o valor da folha de pagamento real avançou 1,4% no segundo trimestre do ano e eliminou parte da perda de 2,5% registrada nos três primeiros meses de 2013.

No confronto com igual mês do ano anterior, o valor da folha de pagamento real cresceu 2,3% em junho de 2013, quadragésima-segunda taxa positiva consecutiva nesse tipo de comparação. Também se observou expansão no fechamento do segundo trimestre do ano (3,6%) e no índice acumulado dos seis primeiros meses de 2013 (2,7%), ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, ao crescer 3,8% em junho de 2013, assinalou resultado próximo do observado nos meses de março (3,7%), abril (3,6%) e maio (3,9%).

Em relação a junho de 2012, o valor da folha de pagamento real cresceu 2,3% em junho de 2013, com resultados positivos em dez dos quatorze locais investigados. A maior influência positiva sobre o total nacional foi verificada em São Paulo (1,6%), impulsionada pelo aumento no valor da folha de pagamento real em onze das dezoito atividades investigadas, com destaque para máquinas e equipamentos (6,2%), produtos químicos (5,6%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (7,2%), borracha e plástico (7,6%), alimentos e bebidas (3,0%) e papel e gráfica (3,8%).

Vale mencionar também os impactos positivos assinalados por Minas Gerais (3,3%), Rio de Janeiro (4,3%), Região Norte e Centro-Oeste (4,0%), Rio Grande do Sul (3,7%), Santa Catarina (4,3%) e Paraná (2,6%). Nestes locais, as atividades que mais contribuíram positivamente para o aumento do valor da folha de pagamento real foram, respectivamente, meios de transporte (18,3%), minerais não-metálicos (20,5%) e alimentos e bebidas (4,5%); indústrias extrativas (11,0%), borracha e plástico (11,7%) e alimentos e bebidas (7,0%); alimentos e bebidas (7,6%) e indústrias extrativas (5,5%); alimentos e bebidas (12,6%), outros produtos da indústria da transformação (19,7%) e produtos de metal (11,1%); borracha e plástico (11,5%), vestuário (6,0%), produtos de metal (10,3%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (8,1%), alimentos e bebidas (2,6%) e meios de transporte (17,5%); e outros produtos da indústria da transformação (11,4%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (7,2%), produtos têxteis (16,8%), papel e gráfica (5,3%), meios de transporte (1,9%) e máquinas e equipamentos (3,2%).

Em sentido contrário, a contribuição negativa mais relevante foi assinalada por Pernambuco (-4,5%), pressionada, em grande parte, pelas reduções em alimentos e bebidas (-4,4%), borracha e plástico (-23,0%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-12,1%), minerais não-metálicos (-6,9%) e produtos químicos (-6,8%). Setorialmente, ainda no índice mensal de junho de 2013, o valor da folha de pagamento real no total do país cresceu em dezesseis dos dezoito ramos investigados, com destaque para alimentos e bebidas (3,9%), borracha e plástico (6,5%), produtos químicos (4,6%), indústrias extrativas (5,3%), máquinas e equipamentos (2,2%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (2,8%) e papel e gráfica (3,0%). Por outro lado, os impactos negativos foram observados em meios de transporte (-0,7%) e metalurgia básica (-0,3%).

Na análise trimestral, o valor da folha de pagamento real, ao avançar 3,6% no segundo trimestre de 2013, manteve a sequência de taxas positivas iniciada no primeiro trimestre de 2010 (3,1%) e acentuou o ritmo de crescimento frente ao resultado do período janeiro-março de 2013 (1,9%), todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. Este movimento de ganho de dinamismo do valor da folha de pagamento real entre o primeiro e o segundo trimestres do ano ocorreu em treze das dezoito atividades pesquisadas, com destaque para meios de transporte, que passou de -0,1% para 3,7%, indústrias extrativas (de 6,1% para 14,5%) e refino de petróleo e produção de álcool (de 1,8% para 11,2%). Já entre os onze locais que aceleraram entre esses dois períodos, destacaram-se Bahia (de -1,6% para 3,8%), Santa Catarina (de 1,5% para 4,2%), São Paulo (de 1,3% para 3,6%) e Região Nordeste (de -1,0% para 1,3%).

No índice acumulado nos seis primeiros meses de 2013, o valor da folha de pagamento real avançou 2,7%, com taxas positivas em doze dos quatorze locais pesquisados. A maior contribuição positiva sobre o total da indústria veio de São Paulo (2,4%), vindo a seguir as influências registradas por Rio de Janeiro (6,9%), Região Norte e Centro-Oeste (4,9%), Minas Gerais (2,1%), Rio Grande do Sul (2,9%), Paraná (2,6%) e Santa Catarina (2,8%). Em sentido contrário, os impactos negativos foram assinalados por Pernambuco (-3,8%) e Espírito Santo (-1,6%).

Setorialmente, ainda no índice acumulado no ano, o valor da folha de pagamento real avançou em treze das dezoito atividades pesquisadas, impulsionado, principalmente, pelos ganhos vindos de alimentos e bebidas (4,5%), indústrias extrativas (9,8%), produtos químicos (5,0%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (5,5%), meios de transporte (1,8%), borracha e plástico (4,1%), refino de petróleo e produção de álcool (6,7%) e máquinas e equipamentos (1,5%). Por outro lado, os setores de metalurgia básica (-2,7%) e de vestuário (-2,0%) exerceram as influências negativas mais relevantes sobre o total nacional.