Em outubro, desocupação foi de 6,1%

A taxa de desocupação ficou estatisticamente estável em relação a setembro ...

25/11/2010 07h01 | Atualizado em 25/11/2010 07h01

A taxa de desocupação ficou estatisticamente estável em relação a setembro (6,2%) e caiu 1,4 ponto percentual em relação a outubro de 2009 (7,5%). Foi a taxa mais baixa já registrada em toda a série da PME, iniciada em março de 2002. A população desocupada (1,4 milhão de pessoas) ficou estável em relação a setembro e teve queda expressiva (-17,6% ou menos 309 mil pessoas a procura de trabalho) na comparação com outubro de 2009. A população ocupada (22,3 milhões) ficou estável em relação a setembro e teve alta de 3,9% em relação a outubro de 2009 (ou mais 841 mil postos de trabalho). O número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) ficou estável na análise mensal e, na comparação anual, cresceu 8,4%. (ou mais 805 mil postos de trabalho com carteira assinada). O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.515,40) ficou estatisticamente estável na comparação mensal e cresceu 6,5% no ano. A massa de rendimento médio real habitual(R$ 34,3 bilhões) em outubro de 2010 cresceu 0,8% em relação a setembro e 10,8% em relação a outubro do ano passado. A massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados, estimada em setembro de 2010 (R$ 34,1 bilhões), cresceu 1,0% no mês e 11,1% no ano.

Taxa de desocupação - setembro de 2009 a outubro de 2010

A taxa de desocupação de outubro (6,1%), foi a menor desde o início da série da pesquisa iniciada em março de 2002 para o conjunto das seis regiões metropolitanas. Esta taxa foi considerada estável frente a observada em setembro (6,2%). No confronto anual (7,5%) esse indicador recuou 1,4 ponto percentual.

A média de janeiro a outubro da taxa de desocupação, foi estimada em 7,0%, registrando decréscimo de 1,3 ponto percentual em comparação com igual período do ano passado (8,3%).

Regionalmente, a taxa de desocupação não registrou variação significativa frente ao mês anterior. Na análise anual foram registrados declínios em Recife (1,5 p.p.), Belo Horizonte (0,8 p.p.), São Paulo (2,7 p.p.) e em Porto Alegre (1,4 p.p.). Em Salvador e no Rio de Janeiro a taxa ficou estável.

O contingente de desocupados, estimado em 1,4 milhão no agregado das seis regiões investigadas, em relação a setembro não variou. Frente a outubro de 2009 apresentou queda expressiva no contingente (17,6%), ou seja, menos 309 mil pessoas nessa condição.

A população ocupada (22,3 milhões em outubro de 2010 no agregado das seis regiões) não apresentou variação em relação a setembro último, mas cresceu 3,9% no confronto com outubro do ano passado (ou mais 841 mil postos de trabalho no período de um ano).

Na comparação mensal, o contingente de ocupados permaneceu estável em todos os grupamentos de atividade, exceto em Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis, com alta de 2,5%. Em relação a outubro de 2009, quatro grupamentos de atividade apresentaram variação significativa. Houve altas em Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (4,7%), em Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (7,4%) e nos Outros serviços (8,2%). Já em Serviços domésticoshouve retração (-5,1%).

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, apurado em outubro de 2010 (R$ 1.515,40) no conjunto das seis regiões, apresentou estabilidade na comparação mensal. Frente a outubro do ano passado, o poder de compra do rendimento médio de trabalho dos ocupados aumentou 6,5%.

Na tabela abaixo, o rendimento segundo as categorias de ocupação:

Na tabela abaixo, o rendimento segundo os grupamentos de atividade:

Na tabela a seguir, o rendimento domiciliar per capita: