Em outubro, Índice Nacional da Construção Civil registrou variação de 0,74%
O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a CAIXA, variou 0,74% em outubro, ficando 0,05 ponto percentual acima do resultado de setembro (0,69%).
09/11/2004 07h31 | Atualizado em 09/11/2004 07h31
O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a CAIXA, variou 0,74% em outubro, ficando 0,05 ponto percentual acima do resultado de setembro (0,69%). Comparado com outubro de 2003 (0,60%), o resultado atual foi superior em 0,14 ponto percentual.
O acumulado do ano atingiu 8,60% e, o dos últimos doze meses, 10,20%, inferiores àqueles registrados em iguais períodos de 2003 (12,65% e 18,08%).
O custo nacional por metro quadrado ficou em R$ 496,94, sendo R$ 290,27 relativos aos materiais e R$ 206,67 à mão-de-obra.
A parcela dos materiais apresentou aceleração de 0,15 ponto percentual, passando de 1,04% (setembro) para 1,19% (outubro).
Por outro lado, a mão-de-obra recuou 0,09 ponto percentual, isto é, 0,11% em outubro contra 0,20% em setembro.
Os índices acumulados no ano e nos últimos doze meses foram:
No ano: materiais com 10,88% e mão-de-obra 5,55%;
Em doze meses: 11,93% e 7,86%, respectivamente.
Região Norte registrou o maior índice mensal
O Norte teve o maior índice regional (1,13%), pressionado pelos reajustes salariais ocorridos em Roraima e Tocantins. Também acima da média nacional (0,74%) situaram-se o Nordeste (0,97%) e Sul (0,85%). Abaixo, ficaram o Sudeste (0,57%) e o Centro-Oeste (0,37%).
No ano, o maior acumulado foi o da Região Centro-Oeste (9,10%) e, nos últimos doze meses, o Nordeste (11,20%).
A região Norte registrou os acumulados mais baixos no ano e nos últimos doze meses, 6,96% e 8,58%, respectivamente.
Os custos regionais foram: R$ 533,97 (Sudeste); R$ 505,16 (Sul); R$ 480,78 (Centro-Oeste); R$ 473,35 (Norte) e R$ 449,82 (Nordeste).
Roraima e Tocantins tiveram os maiores índices entre os estados
O custo da construção subiu 3,01% em Roraima e 1,94% em Tocantins devido aos reajustes salariais das categorias profissionais. O menor índice (0,19%) ocorreu no Mato Grosso.
Sergipe teve o maior acumulado no ano (11,76%) e Minas Gerais, em doze meses (14,80%).
Outubro/2004

FONTE: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Índices de Preços.
NOTA: estes resultados são calculados mensalmente pelo IBGE através de convênio com a CAIXA
– Caixa Econômica Federal.