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Pela quinta vez

IBGE recebe prêmio de destaque econômico do ano do Cofecon

Editoria: IBGE | Da Redação

28/01/2022 16h00 | Atualizado em 28/01/2022 16h23

O IBGE recebeu, ontem (27), do Conselho Federal de Economia (Cofecon), o prêmio Destaque Econômico de 2021, na categoria Desempenho Técnico. A premiação prestigia entidades públicas e privadas que tenham alcançado destaque na aplicação prática do instrumental fornecido pelas ciências econômicas. 

É a quinta vez que o IBGE foi reconhecido pelo Cofecon. O certificado foi entregue ao presidente do Instituto, Eduardo Rios Neto, em cerimônia em Brasília. “Este prêmio é importantíssimo. Precisamos deste reconhecimento em todos os momentos, sobretudo neste momento árduo. Os grandes premiados são os servidores da casa”, afirmou o presidente. “Os servidores, os informantes e os parceiros constituem uma tríade fundamental para que o IBGE tenha recebido vários prêmios”, acrescentou.

Rios Neto fez menção à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), premiada na modalidade Destaque Econômico. “Nas estatísticas, temos uma parceria com a UFRJ que muito nos orgulha, e com um produto que está sendo desenhado agora, que é a Pintec semestral”, lembrou, referindo-se ao levantamento que trará dados sobre pesquisa e inovação no Brasil.

O presidente defendeu o trabalho do IBGE durante o período da pandemia de Covid-19. “Em 2020, criamos a PNAD Covid, que acompanhou a pandemia durante sete meses semanalmente. Toda a questão da distribuição de renda e o papel do auxílio emergencial vieram à tona a partir de julho, quando os detalhes começaram a ser apresentados”.

Da esquerda para direita, o presidente do IBGE, Eduardo Rios Neto; a presidente do Corecon-RJ e servidora do IBGE, Flávia Vinhaes; o vice-presidente do Corecon-RJ, José Antonio Lutterbach Soares; e o diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo - Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Rios Neto também citou o esforço por manter a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua em tempos de coronavírus. “Fizemos algo que requer coragem: uma mudança metodológica por causa de um viés de disponibilidade, porque durante o tempo só era possível entrevistar por telefone em decorrência da pandemia”, comentou. “O viés não era contrário, mostramos inclusive a recuperação do emprego no final de 2021 e respondêramos uma série inteira desde o início da PNAD. É uma revisão metodológica que requer uma confiança muito grande e transparência na casa.

A Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) e a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) também foram citadas ao longo do discurso, como exemplos da dedicação de todos pela casa. Destacando sua condição de economista, Rios Neto cumprimentou o Corecon-MG, onde é registrado. “Acompanho desde sempre a trajetória do Corecon. É uma honra estar aqui diante de colegas de profissão, mas sobretudo honrando a instituição IBGE, que sempre amei”, finalizou.

Entre os premiados da noite estão três mulheres: a presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima, na categoria Mulher Transformadora, a professora da UFRJ e integrante do grupo de pesquisa CEIS 4.0/CEE/Fiocruz, Esther Dweck, na categoria Mulher Economista, além da Personalidade Econômica do Ano, a professora Denise Lobato Gentil. O Destaque Econômico no setor de Academia foi a UFRJ. Na área de Mídia, o prêmio ficou com o Jornal GGN.