IBGE
Governo remaneja R$ 143,4 milhões no orçamento para fortalecer as ações censitárias do IBGE
10/06/2026 09h27 | Atualizado em 10/06/2026 14h42
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi contemplado com o maior volume de recursos do remanejamento autorizado pelo Governo Federal para fortalecer a execução de ações estratégicas em todo o país. A medida foi oficializada pela Secretaria de Orçamento Federal (SOF), vinculada ao Ministério do Planejamento e Orçamento, por meio da Portaria SOF/MPO nº 222, publicada em junho de 2026.
Do total de R$ 262,2 milhões remanejados no orçamento vigente da União, R$ 143,4 milhões foram destinados ao IBGE para garantir as ações censitárias do IBGE. Os recursos foram reclassificados para a categoria de investimentos, permitindo o fortalecimento da infraestrutura necessária para a realização das pesquisas, incluindo a aquisição de equipamentos, tecnologias e o aprimoramento dos processos de coleta e tratamento de dados.
O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, comentou o remanejamento federal. “Ao reforçar os recursos destinados ao IBGE, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstra compreender que a produção de estatísticas e informações públicas de qualidade constitui um ativo estratégico para o desenvolvimento nacional, o combate às desigualdades e o fortalecimento da capacidade de planejamento do Estado brasileiro."
O investimento reforça o papel estratégico do IBGE como principal instituição brasileira na produção de informações estatísticas, geográficas, cartográficas, geodésicas e ambientais. Esses dados são fundamentais para ampliar o conhecimento sobre a realidade nacional e subsidiar o planejamento, a implementação e a avaliação de políticas públicas em diferentes áreas, contribuindo para a tomada de decisões em todas as esferas de governo.
A medida, fundamentada na legislação orçamentária vigente, integra um processo de gestão que possibilita ajustes entre diferentes categorias de despesas sem alterar o valor total já aprovado para cada programa. Dessa forma, os órgãos federais podem adequar a execução dos recursos às necessidades operacionais ao longo do exercício fiscal, assegurando maior eficiência na implementação de ações prioritárias e contribuindo para a continuidade das atividades estratégicas do IBGE.
